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Como amamentar corretamente o recém-nascido?

 3.736 Visitas  3 de julho de 2017  Rock Content

É fundamental que as mães saibam como amamentar corretamente o recém-nascido. Pois, o leite materno é o alimento perfeito desde os primeiros dias de vida do bebê. Ele contém água, vitaminas, minerais, gorduras, açúcares e proteínas, ou seja, tudo que é necessário para o organismo do pequeno.

Além disso, o leite materno possui muitas substâncias nutritivas e é considerado como uma excelente fonte de defesa do bebê. Não existe nenhum outro leite que possua tantos benefícios assim.

A Organização Mundial de Saúde faz ainda uma recomendação para as mães: de que os seus bebês recebam exclusivamente o leite materno durante os primeiros seis meses de idade. Somente após esse tempo é que a criança deve começar a comer outros tipos de alimentos. Mesmo depois de a introdução alimentar, até mais ou menos os dois anos de idade, o bebê ainda deve consumir o leite materno.

As mães sempre devem buscar por informações de como amamentar corretamente o recém-nascido, pois o lugar e a posição em que ela deve colocar o bebê na hora da amamentação são extremamente importantes.

Tudo isso influencia no nível de conforto e na facilidade da criança em conseguir alcançar o peito. Nesse sentido, nós separamos para você algumas dicas super importantes de como tornar a amamentação um momento sem dor para a mãe e prazeroso para mãe e bebê.

Como amamentar corretamente o recém-nascido?

É necessário deixar a criança com a cabeça e o corpo sempre alinhados. É como se o bebê estivesse olhando para frente, sem que ele precise virar o pescoço para mamar. Assim, antes de qualquer informação sobre como amamentar corretamente o recém-nascido, é interessante que a mãe conheça alguns pontos básicos da amamentação, como:

Quais as posições corretas para amamentar?

O momento de amamentar o bebê não deve ser um momento de dor para a mãe. Por isso, o melhor a se fazer é colocar o bebê numa posição que favoreça a amamentação.

Algumas posições são mais comuns e são ensinadas ainda na maternidade para amamentar corretamente. O mais importante é ajudar a criança a pegar bem o mamilo e também manter o conforto tanto para a mãe quanto para o bebê. Veja as posições comuns:

Posição sentada

Essa é a mais tradicional de todas. Nela, o bebê fica virado de frente para mãe, encostando sua barriga na dela. Quanto mais proximidade entre ambos, mais fácil será a amamentação.

Posição sentada inversa

Já na posição sentada inversa, a mãe deve procurar colocar o corpo do bebê debaixo de sua axila, com a barriga apoiada nas suas costelas. Normalmente, essa posição traz muita facilidade para o bebê na hora em que ele pega a auréola.

Posição deitada

Nesta última posição é preciso se deitar de lado. Para isso, coloque o bebê na mesma posição de frente a você. Com o braço, ajude o bebê a se posicionar na altura do peito. Quando ele estiver posicionado corretamente, use a mão que está mais baixa para segurar a cabecinha dele.

Pode amamentar em posições diferentes?

As posições do aleitamento materno dependem muito do que a mãe está fazendo e de onde ela se encontra no momento. O bebê, em seu processo de crescimento e experiência em mamar, também pode demandar outra posição. Contudo, não há problema em mudar. Mas deixe que a criança se acostume a uma em que se sinta melhor. Assim, será mais relaxante para você e para a criança.

Existem dificuldades na amamentação?

É comum que mulheres passem por dificuldades para amamentar, especialmente nos primeiros dias. É um fato que a parte emocional também é relevante, pois dependendo do estado da mãe no pós-parto, ela pode ter dificuldade na produção de leite. A ansiedade de querer ter uma alta quantidade de leite nos primeiros dias também é muita e há ainda a preocupação com a pega do bebê na auréola.

Mas há outros problemas de ordem física relacionados à amamentação. Veja quais são.

Empedramento do leite

Quando há empedramento, as mamas ficam duras e doloridas. Isso ocorre por excesso de leite acumulado. Nesses casos, o recomendável é, caso haja leite sobrando na amamentação em livre demanda, buscar ajuda em maternidades que aceitam doação de leite materno, para retirar o excesso.

O leite empedrado também ocorre quando as mães voltam a trabalhar e ainda possuem uma alta produção. Portanto, a retirada também é necessária. A amamentação demarcada por horários não é a melhor forma. Ela é usada por algumas mulheres como uma espécie de “disciplina” da criança. No entanto, não é apenas fome que o bebê sente, mas também sede e necessidade de sucção.

Além da livre demanda e da retirada de excesso, o empedramento do leite pode ser evitado com massagens nas mamas (sem o uso de nenhum produto, apenas com as mãos) e compressas quentes ou ainda com a exposição ao sol por alguns minutos.

Mastite

A mastite é causada por ducto mamário entupido, provocando um acúmulo de leite. Ela apresenta sinais como vermelhidão e dor e pode chegar ao ponto de uma infecção na mama, quando não tratada, pelo surgimento de bactéria no ducto obstruído. A mastite pode ser confundida com excesso de mamada por parte do bebê, o que faz muitas mães deixarem de amamentar na mama afetada. E isso piora o quadro da mastite.

Os primeiros sinais desse problema são inchaço, vermelhidão, nódulos e dor. Nesses primeiros sinais, portanto, é necessário começar o cuidado que consiste em permitir a livre demanda do bebê e garantir que a pega do mamilo seja completa. Além disso, é preciso deixar que a criança esvazie a mama ao máximo e não seja retirada previamente. Por isso a importância de saber como amamentar corretamente.

Caso o problema persista e a mãe sinta outros sintomas como febre, mal-estar, dores fortes e desconforto, deve-se procurar o acompanhamento de um médico urgentemente.

Hiperlactação

A hiperlactação (excesso de produção de leite) é um fenômeno comum especialmente nos primeiros meses do bebê, onde a demanda do pequeno ainda é bem alta. Por causa disso, o corpo da mulher entende que precisa produzir com abundância, contrariando o estômago pequeno do bebê. Mas não se preocupe, a hiperlactação costuma passar rápido.

Ela é caracterizada por jatos que saem após a retirada da criança, vazamento, regurgitamento do recém-nascido e ainda quando o pequeno faz birra com a mama, parando e se mostrando incomodado.

Algumas mães podem interpretar esse incômodo da criança com a não adaptação dela à amamentação e até afirmar que o seu filho sente nojo do seio. No entanto, essa interpretação errada é a causa de um não aleitamento materno e da introdução de fórmulas prontas, quando se deve buscar ajuda médica antes.

Entender como amamentar corretamente o recém-nascido pode trazer muita facilidade para as mães. Assim, toda mãe bem informada sobre a amamentação acaba estabelecendo uma conexão única, trazendo muita saúde para ela e para o bebê.

Quer saber o que não pode faltar na alimentação do seu pequeno? Então, leia nosso artigo sobre alimentação para bebê.





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