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Passo a passo: como acertar ao comprar roupas de bebê

 1.958 Visitas  10 de maio de 2019  Rock Content
Mãe mostrando a roupa para sua filha

As roupas adequadas são essenciais para uma criança, pois elas protegem o corpo e evitam a perda de calor. Dessa forma, ajudam a manter uma boa imunidade e a evitar resfriados. Mas, comprar roupas de bebê pode ser um desafio, ainda mais diante de tantas peças lindas e graciosas.

Ao comprar roupas de bebê, convenhamos que levar o pequeno na loja não é uma tarefa fácil. E nem indicada. Essa é uma atividade que estressa a criança, incomoda e a tira daquela sensação de que é um passeio. O resultado desse estresse é choro na certa!

Ter um bebê em casa é também um trabalho. E a quantidade de tempo de dedicação para ele é tanta, que, muitas vezes, não sobra muito para a organização das peças e brinquedos e para a busca de novas roupinhas.

Por causa de todas essas dificuldades, preparamos um guia completo de como comprar roupas de bebê. Saiba o que levar em consideração!

Escolha peças funcionais

Uma peça funcional para crianças pequenas é aquela mais fácil de colocar e tirar na hora da troca de fraldas e roupas ou na hora do banho (alguns bebês se incomodam bastante nesses momentos, não é mesmo?). Então, fuja de botões que são difíceis de fechar e abrir.

Já nas peças de cima, dê preferência para as de ombros expansíveis, que dão mais facilidade na hora da troca. Esse tipo de detalhe nos ombros reduz o estresse na criança, pois os bracinhos entram e saem com mais facilidade.

As roupas com zíper têm a vantagem de ser muito práticas. Em poucos segundos, a questão de tirar ou colocar a roupa já está resolvida! É o caso dos macacões de bebê com o sistema zip-up, em que a peça tem a abertura por um zíper que vai do pescoço até próximo ao pé. As marcas com mais qualidade tomam o devido cuidado de fazer uma proteção de tecido que evita o contato do material do zíper com o corpo da criança.

Você pode escolher uma roupa de bebê cheia de estilo e que está em alta, mas é essencial que ele esteja de acordo com o conforto e clima do ambiente.

Fantasias para bebês, por exemplo, são muito divertidas, mas podem ser desconfortáveis e atrapalhar os movimentos, sem contar que o tecido pode não ser adequado de se usar por muitas horas (por não proteger o suficiente).

Além disso, elas podem incomodar ou até machucar o neném (os tecidos de fantasias costumam ser sintéticos). Por essa razão, é melhor que uma fantasia seja usada só quando o bebê estiver mais resistente, como próximo a um ano de idade.

Conheça os tamanhos das roupas de bebê

Essa dica é para treinar antes mesmo de dar à luz! Para saber quais tamanhos de roupas buscar para o recém-nascido, é ideal que o chá de bebê e a compra do enxoval sejam feitos entre o 7º e o 9º mês de gestação.

Nesse período, o peso e a altura do bebê já estão mais bem definidos pelo médico obstetra, assim, buscar pelos tamanhos certos fica muito mais fácil, evitando ter a sensação de perda de dinheiro investido nas peças. Alguns bebês nascem grandes e sequer usam as roupas de tamanho RN!

O tamanho RN (recém-nascido) costuma servir no bebê que pesa até três quilos e meio. A partir desse peso, ele já pode alternar entre os tamanhos PP e P, sendo que este último pode servir até quase 5kg.

Por isso, não adianta cair em tentação e comprar tantas peças em tamanho RN, já que o recém-nascido costuma ganhar peso fácil com a amamentação. Então, você pode ter uma quantidade de roupas RN para cerca de 2 semanas, e o PP para, mais ou menos, um mês.

Considere todas as medidas do bebê

Mas não é apenas o peso da criança que deve ser levado em consideração: também esteja ligada em sua altura, no comprimento de braços e até na circunferência de tórax e quadril, pois tudo isso faz diferença.

O ideal é não faltar muito tecido nas mãos ou nas pernas, que, assim, você evita que parte dos membros fique de fora nos primeiros meses, já que bebês perdem calor corporal muito rápido.

tamanho de roupa para bebê pode ser comprado em um número maior, caso ele tenha peso e anatomia de vesti-lo pouco tempo após você ter adquirido a peça. Por exemplo, se seu bebê está se aproximando dos 6kg, você já pode procurar por peças de tamanho M.

Como cada pequenino tem sua própria anatomia, vale a pena medi-lo com uma fita métrica, em caso de dúvidas de qual tamanho pesquisar. Isso evita as trocas de peças em lojas, economizando tempo aos pais. Assim, basta ter anotadas as medidas do bebê na hora da compra de roupas.

Você pode usar essas medidas de referência tanto em lojas físicas quanto em virtuais — além de útil, é também muito gostoso acompanhar o crescimento da criança!

Na hora de procurar por sapatos e meias pela internet, você também deve saber o comprimento dos pés do seu filho, para compará-los com a tabela de medidas das marcas.

Atenção aos tamanhos diferentes

Algumas marcas trabalham com um tipo de numeração diferente do que acabamos de apresentar. Na etiqueta com as características da roupa, você pode se deparar com tamanhos de acordo com a idade da criança.

Assim, além do tamanho RN, há o “3M”, que indica o uso de 1 até 3 meses, o “6M”, que indica o uso de 3 até 6 meses e assim por diante. Após a criança completar 1 ano de idade, as peças são representadas acompanhando a letra “A”. Um exemplo: 1 A, 2 A…

Várias marcas, especialmente as importadas, como a famosa Carter’s, que é querida pelas mães (e uma grande referência de qualidade), costumam ter essa tabela de medida baseada na idade. Portanto, na hora de comprar roupas de bebê fique atenta à etiqueta e a padronização das roupinhas.

Não deixe para usar depois

É comum a compra de vestimentas que são usadas apenas uma vez. Por exemplo, a roupa de batizado, as de aniversário ou com estampas de feriados temáticos, como o Natal, Halloween e Páscoa. Elas podem e devem ser usadas até mais de uma vez, ainda que para ficar em casa — afinal, você fez um investimento adquirindo a peça!

Comprar roupas de bebê com o pensamento de usá-las após alguns meses, mas perder a chance, pois a criança cresceu mais que o esperado, por exemplo, é uma situação que ocorre com frequência. Por isso, é interessante, sempre que for obter roupas novas, fazer a doação das antigas. Isso ajuda a ter clareza do que a criança realmente usa e do tempo correto de buscar por novas.

Um bom exemplo são as roupas de frio. Não precisa deixar o inverno chegar; no outono, você já pode começar a buscar as roupas da próxima estação, mas não é necessário fazer isso ainda no verão.

Quando, de fato, chegarem os dias mais gelados, pode ser que a criança tenha crescido o suficiente para precisar de novas roupas, e a que você comprou será descartada sem uso. Melhor evitar, né?

Tenha cuidado com as estações

O Brasil é muito diversificado também em seu clima. Em algumas regiões, há as chuvas de verão, e elas podem até ser acompanhadas de uma temperatura menor. A mudança de temperatura é mais perceptível para os bebês do que para os adultos.

Na troca de estações, ao renovar e comprar roupas de bebê próprias para aquele clima, se certifique também de manter algumas de uma outra estação. Esse é o caso específico da primavera e do verão. Afinal, o bebê ainda precisa ficar aquecido.

No outono, quando muitos dias são quentes e ensolarados, também é preciso levar consigo roupas extras voltadas ao inverno na bolsa do bebê. Ao fazer passeios no entardecer ou amanhecer, por exemplo, essas roupas mais quentes serão necessárias, pois o outono tem um ar um pouquinho mais frio, mas que faz diferença no corpo de uma criança.

Organize o guarda-roupa

O guarda-roupa ou cômoda de um bebê precisa ter os itens disponíveis para o uso de acordo com a necessidade e a fase da criança. A necessidade leva em consideração o clima; assim você saberá qual tipo de roupa pegar primeiro. Já a fase trata do seu aspecto corporal.

Deixe por baixo as roupas que você usará no pequeno daqui a algumas semanas. As mais acessíveis devem ser aquelas que você já usa na fase atual dele. Conforme elas deixam de servir, tire-as do guarda-roupa e procure fazer doação. O apego emocional às roupinhas pode ser grande, mas você precisa de mais espaço!

Não deixe para organizar o armário do bebê só quando já estiver muito bagunçado, gerando dificuldade de encontrar roupas. A organização é necessária, pois você terá clareza da quantidade de peças e tamanhos que tem e do que precisa ser renovado.

Essa organização também é útil na hora de separar roupas para troca e banho e para montar a bolsa de passeio. Você passará menos tempo separando as roupinhas.

Respeite as fases da criança

A compra de diversas peças de roupas — muitas vezes de um mesmo modelo, como os bodies e tip tops — pode gerar a situação de acúmulo da nossa dica acima. A compra deve ser de acordo com o desenvolvimento do corpo infantil. Algumas crianças têm pernas mais grossas; outras, braços mais grossos ou quadril mais largo.

Além da anatomia, conforme o crescimento dos pequenos, eles querem explorar mais o mundo à sua volta, se tornam mais curiosos e se encaminham para a fase de engatinhar e andar.

É saudável incentivar que o bebê engatinhe e caminhe quando o corpo dele estiver pronto para essa experiência. Nessa hora, é ideal que a criança use calça, pois, assim, os joelhos e as pernas ficam mais protegidos de possíveis irritações.

Quanto maior a criança, mais liberdade motora ela vai querer. Enquanto o recém-nascido pode ter roupas mais justas, pois dorme mais e não se movimenta tanto, as crianças de meses maiores pedem roupinhas confortáveis o bastante e não tão justas.

Mas atenção! Apesar de poder colocar roupas um pouco mais largas em uma criança, ainda é preciso ficar atento à temperatura do ambiente. Então, ao sair com ela, basta levar roupas extras na bolsa do bebê, incluindo uma manta e roupa de frio, caso a temperatura baixe.

Escolha o melhor tecido

Como a pele do bebê, especialmente a do recém-nascido, é muito fina, é possível que ele tenha alguma alergia provocada pelo contato com tecido inadequado ou que não permita a respiração da pele. A forma de lavagem e os produtos de limpeza também podem colaborar para alergias (por isso, sempre verifique a etiqueta com as informações antes de lavar).

O melhor tecido a ser usado por crianças é o algodão. Os mais sintéticos podem provocar coceira, calor e desconforto. Isso não significa que uma roupa com tecido sintético não possa ser usada. Basta colocar em contato com a pele uma roupa de algodão primeiro e só então, por cima, outro tecido.

Para verificar a porcentagem de algodão na roupa, olhe a etiqueta que contém as características da peça. Escolha roupas que tenham em sua composição a maior presença dessa fibra natural.

O poliéster é muito usado em roupas, tanto adultas quanto infantis. Evite esse tecido nos primeiros meses. Ele pode parecer confortável, mas não protege o bebê e pode irritar sua fina pele.

Preze pela qualidade

De fato, os bebês trocam de roupa com alguma frequência, e, por mais limpa que pareça estar, o melhor é não reutilizar a peça, ainda mais se você tiver saído de casa — na rua, tem muita poluição, e é muito importante lavar a roupa após esse tipo de passeio.

Então, apesar de uma certa quantidade de roupas adequadas ao momento da criança, é ideal prezar pela qualidade nas peças. Mesmo que ela as vista poucas vezes, as roupas precisam ter tecido e acabamento que garantam conforto, praticidade e segurança.

A hora da lavagem também é uma prova da qualidade da peça. Se ela solta muita tinta a ponto de, em poucas lavagens, já parecer desbotada ou se o tecido fica muito mais fraco, a marca provavelmente não é de qualidade.

Uma boa forma de garantir a compra de roupas de qualidade para bebês é buscar lojas especializadas que trabalham com marcas conhecidas, importadas, que oferecem conforto e segurança nas peças.

Tome cuidado com apetrechos nas roupas

Essa dica também envolve a questão acima, de qualidade das peças. Algumas roupas vêm com bordados, lantejoulas ou miçangas, sejam costuradas ou coladas. A escolha de usar no bebê uma peça com penduricalhos vai de cada pai e mãe.

Ao optar por roupas infantis com apetrechos, é importante estar com a criança o tempo todo, para evitar que ela mexa nas peças e, sem querer, acabe arrancando algum pedacinho. O destino é certo e você já sabe: a boca. Muito cuidado, hein!

Especialmente na fase de começo da dentição, que pode ocorrer por volta dos 5 meses, as crianças levam tudo o que pegam à boca.

Conheça as peças mais usadas por bebês

Os modelos variam muito, dependendo da marca, mas, tirando cor, conforto e estampa, as peças de roupas usadas pelos bebês não costumam mudar tanto quanto as de uma criança maior. Quanto menor a criança, mais protegido o corpo dela precisa ficar.

Veja quais são as melhores peças para o guarda-roupa do seu filho:

Os bodies de algodão são peças essenciais para o contato direto com o corpo do bebê. Só depois vista outra roupa por cima. Além de serem mais fáceis para troca de fralda, eles deixam todo o corpo coberto, ao contrário de blusas, que, quando o bebê é pego no colo, sobem e deixam a barriga exposta.

Não deixe de obter pijamas para o pequeno. Os macacões e tip tops são ótimos na hora do sono, mas muitos pijamas têm material ideal para isso. No período da noite, a criança pode sentir mais frio, e tecidos como o soft ajudam a mantê-la aquecida sem precisar de tantas roupas (o que pode incomodar e provocar até calor no pequeno).

Faça uma lista do enxoval

O enxoval de bebê não é feito apenas de peças de roupa, cama e banho, mas também de itens de higiene e saúde. Alguns até costumam ser esquecidos, como cortadores e lixas de unha e termômetro.

As peças do berço, por exemplo, também devem ser trocadas e lavadas. É normal acontecerem incidentes como vazamento de fralda ou golfos. Os golfos e vômitos são naturais no bebê e podem acontecer por diversas razões. Caso ele aceite usar babador, vale a pena deixar a peça durante o dia — tem modelos lindos — , mas tirar na hora de dormir, porque, assim, a criança não se sente sufocada.

A lista de enxoval do bebê deve ser feita antes do nascimento. Algumas mães optam por pedir itens específicos da lista em seu chá de bebê ou de fralda. Nossa dica é fazer duas listas.

Uma delas pode ser específica do chá de bebê, e a outra pode ser feita pela mãe em uma loja online ou por escrito. Alguns itens devem ser diferentes, o que evitará acúmulo de objetos. Por exemplo, um termômetro pode ser comprado pela mãe na sua lista pessoal e não precisa ser pedido na lista do chá.

Busque lojas confiáveis

Lojas especializadas em roupas infantis podem ser melhores do que lojas de roupas voltadas a adultos com uma sessão infantil. Nesse último caso, as opções costumam ser mínimas e podem sair mais caras, e os tamanhos e modelos para os primeiros meses podem estar em falta.

As lojas de roupas infantis costumam trabalhar com boas marcas e ter uma gama bem maior de modelos e numerações. É possível montar um enxoval quase inteiro em uma única loja. A vantagem é que se gasta menos tempo pesquisando preços e peças.

Não tenha medo de comprar online

A compra online não deve ser temida. Ela é muito vantajosa principalmente nos casos de gestações de risco, cansaço ou dores no último trimestre, no pós-parto e nos primeiros meses. Afinal, sair com uma criança recém-nascida ou em uma situação delicada de gestação pode ser caótico.

A pesquisa online de preço das peças e de frete também economiza tempo, que é um fator essencial para a nova mamãe. Em vez de passar estresse no trânsito e na procura, ela pode fazer sua lista de enxoval, pesquisa de preços e compras online rapidinho!

Outras vantagens de comprar roupas de bebê online são: encontrar roupas com modelos que, muitas vezes, não são vistos em lojas físicas, ter um preço mais baixo por peça e encontrar marcas importadas e com ótima qualidade.

Cuidados

A compra online já é comum e segura. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados. Um deles é se certificar de que a loja tem qualidade e é de confiança. A Kid’s Brasil tem um certificado de segurança de compra online, com a blindagem do site. Suas informações e compra estão seguras com a gente!

Para além das nossas dicas, você tmbémpode verificar a tabela de medidas no site. Assim, vai poder comparar o corpo do seu bebê com os modelos e marcas disponíveis. No caso da Kid’s Brasil, temos as tabelas de medidas completas de cada marca que trabalhamos.

As lojas virtuais especializadas em roupas e acessórios infantis são ideais na busca por roupas de bebê, e é possível até encontrar promoções de peças, o que, somado a preços geralmente menores que os de lugares físicos, faz muita diferença no custo-benefício final.

Organizar e comprar roupas de bebê pode ser mais difícil do que parece. Portanto, precaver-se e pensar nos imprevistos pode ajudar a nova mãe a se organizar melhor. O mesmo vale em relação ao conhecimento sobre o mundo que cerca seu bebê e suas necessidades. É um aprendizado constante!

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