6 perguntas e respostas sobre a vacinação infantil

 1.700 Visitas  31 de outubro de 2018  Rock Content
Bebê sendo vacinado

As vacinas são essenciais para prevenir e erradicar doenças. Apesar de a maioria das mães ficar com o coração apertado só em pensar na vacinação infantil, é importante saber que as picadinhas são fundamentais para a saúde das crianças e não representam nenhum risco.

Além das vacinas indicadas pelo calendário do Ministério da Saúde, que ficam disponíveis nos postos de saúde, clínicas particulares também oferecem o serviço.

Normalmente, até os 15 meses o bebê é vacinado praticamente todos os meses. Depois dessa idade, são ainda necessárias doses de reforço e outras vacinas indicadas até o início da adolescência.

Por isso, é importante conhecer o calendário obrigatório de imunizações, as doenças infantis e outros detalhes sobre imunização. Você tem dúvidas sobre a vacinação infantil? Acompanhe nosso artigo e confira as respostas para os principais questionamentos sobre o assunto!

1. Por que vacinar?

Seja em forma de gotinhas ou injetável, com aplicação na rede pública ou particular, as vacinas são necessárias para garantir a saúde do seu filho e também para evitar a disseminação de doenças.

A vacinação protege o corpo humano contra bactérias e vírus capazes de provocar várias doenças. Por meio da vacinação, o corpo é estimulado a se defender contra os agentes causadores das doenças, criando anticorpos.

2. É possível desenvolver uma doença mesmo sendo vacinado?

Infelizmente, em alguns casos, é possível. No entanto, como o organismo já tem anticorpos, a recuperação é mais rápida e o combate ao vírus ou bactéria é mais eficaz.

3. Qual é a diferença das vacinas em gotinhas e em injeção?

Algumas vacinas, como a da poliomielite e do rotavírus, podem ser aplicadas tanto na forma oral (em gotas) quanto intramuscular (injeção). Em princípio, somente doenças contraídas por ingestão de água contaminada ou alimentos contaminados possuem vacina oral.

A vacina oral é feita com vírus atenuados, o que indica menor poder nocivo. Já a vacina injetável usa o vírus inativado, ou seja, morto e incapaz de se reproduzir no organismo. Isso elimina qualquer risco, mesmo que mínimo, de desenvolver a doença.

4. Devo vacinar meu filho com as imunizações oferecidas em clínicas particulares?

Isso deve ser decido pela família em conjunto com o pediatra. O calendário do Ministério da Saúde é baseado no Programa Nacional de Imunizações, considerado um dos mais abrangentes do mundo. O pediatra que acompanha a criança pode indicar outras imunizações importantes.

Em alguns casos, as vacinas oferecidas pelas clínicas privadas provocam menos efeitos colaterais. É o caso das chamadas vacinas acelulares.

Além disso, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações, o governo não disponibiliza todas as vacinas para toda a população em função dos custos e da capacidade de produção dos laboratórios.

Sendo assim, algumas vacinas são oferecidas com prioridade para controlar doenças mais frequentes ou em campanhas públicas em épocas de surto.

5. O que devo fazer se meu bebê tiver alguma reação à vacina?

Dependendo da vacina, é comum que a criança tenha alguma reação, como febre, dor local (no caso de aplicação intramuscular) ou até mesmo diarreia (quando a criança recebe a imunização para o rotavírus).

O ideal é conversar com o profissional que aplicou a vacina e verificar quais as possíveis reações e sempre consultar o pediatra para saber quais medicamentos podem ser administrados com segurança.

6. Quem convive com o bebê também deve se vacinar?

Sim, sempre que possível. Isso vale para vacinas como a da gripe, que é indicada inclusive para gestantes, pois se os pais ou cuidadores se infectarem, a criança também terá contato com o vírus, podendo adoecer. Mantenha suas vacinas em dia!

A saúde do seu filho é seu bem mais precioso! Fique atenta aos sintomas das principais doenças da infância e não se esqueça dos cuidados. A vacinação infantil é muito importante para afastar o risco de doenças e garantir a segurança do seu bebê. Invista também em outros cuidados, como o uso de repelentes e a atenção com eventuais desconfortos em função do clima.

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