Calendário de gravidez: aprenda como calcular sua gestação

 20.476 Visitas  4 de maio de 2017  Rock Content

A gravidez é um dos momentos mais mágicos na vida de uma mulher. Por isso, é natural que muitas fiquem empolgadas e queiram acompanhar de perto o desenvolvimento do seu bebê e o que está acontecendo ao longo das semanas com a ajuda de ferramentas — como o calendário da gravidez.

Além de conseguir calcular gestação e ter uma ideia aproximada de quando será a data do parto, um calendário bem organizado ajuda a futura mãe a ficar bem informada e menos ansiosa.

Isso acontece porque ela entende melhor as mudanças que acontecem no seu corpo, monitora os principais sintomas e acompanha o progresso do bebê, desde sua concepção até o dia do nascimento. Com todas essas orientações, os pais ficarão preparados para dar boas-vindas ao seu filhote com mais tranquilidade!

Quer saber como elaborar um bom calendário da gravidez e supervisionar cada passo dessa etapa tão importante da sua vida? Então, continue lendo e saiba tudo sobre o assunto!

Como funciona o calendário da gravidez?

Médicos e profissionais da área de saúde começam a calcular uma gestação desde o primeiro dia do último período menstrual (UPM), mesmo que, tecnicamente, a mulher ainda nem sequer estivesse grávida nessa época.

Essa decisão é baseada no fato de que a maioria das mulheres não sabe exatamente quando ovulou, mas, em geral, conhece a data da sua última menstruação. Logo, nessa lógica, o primeiro dia de seu UPM é considerado como o dia número um no seu calendário da gravidez.

Como fazer o meu calendário de gravidez?

Levando em conta o modelo mais comum de calendário (o que usa o primeiro dia de UPM como referência), você vai precisar saber com exatidão a data de sua última menstruação e separar os meses e semanas seguintes em trimestres. Entenda melhor:

Primeiro trimestre

Compreende os três primeiros meses da gravidez. Em semanas, inclui da 4ª a 12ª semana de gravidez. Por exemplo: se sua última menstruação veio em janeiro e você descobriu nesse mês que estava grávida, seu primeiro trimestre será os meses de janeiro, fevereiro e março.

Você pode estar se perguntando por que as três primeiras semanas não aparecem na tabela, certo? O motivo é justamente explicado pelo seu UMP: na primeira semana, acontece o período menstrual, na segunda e terceira é quando ocorre a fecundação do óvulo com o espermatozoide e, logo, a permanência no útero.

Da quarta semana para frente é quando as células grudadas no útero começam a tomar a forma do bebê, causando o atraso menstrual.

Segundo trimestre

Já no seu segundo trimestre, você tem os três meses seguintes de gravidez, ou seja, do quarto ao sexto mês. Compreende entre 6 e 27 semanas de gestação. No mesmo exemplo anterior, seriam os meses de abril, maio e junho.

Terceiro trimestre

Por fim, seu último trimestre de gestação seria os três meses finais, entre o 7º e o 9º. Nesse ponto do calendário da gravidez, você está de 28 a 40 semanas — a média para gestações consideradas normais.

No entanto, saiba que muitos bebês podem ficar até a 42ª semana dentro do útero. Seguindo o exemplo, temos julho, agosto e setembro representando o último e terceiro trimestre.

Se tudo correr como esperado — e dependendo da data do UPM —, é possível deduzir que o parto acontecerá em meados de setembro.

Quão precisa é minha data de parto baseada no meu calendário de gravidez?

A data do seu parto é apenas uma estimativa de quando você vai dar à luz. Apenas cerca de 4% dos bebês nascem em sua data de parto original. Geralmente, o parto é pensado na 40ª semana de gestação, mas a maioria dos bebês chega entre 37 semanas e 42 semanas de gravidez.

Logo, existe uma margem de erro de uma semana antes ou depois do que foi estipulado. Dessa maneira, é bem improvável que você vá dar à luz no dia exato que seu calendário gestacional mostra, uma vez que tudo muda de ciclo para ciclo e de acordo com o tempo de ovulação.

Lembre-se também que o único mês que tem quatro semanas (ou 28 dias) de duração é fevereiro — quando não é um ano bissexto. Todos os outros são 30 ou 31 dias. Assim, em média, um mês tem 30,4 dias — ou 4,3 semanas.

Por isso, os cálculos dentro do seu calendário de gravidez podem variar bastante. No entanto, não há motivos para ficar aflita: hoje em dia, com a tecnologia que só avança para nosso conforto, é possível ter cada vez mais precisão com a ajuda de determinados recursos, como o ultrassom 3D.

Quais são os principais sintomas em cada estágio da gestação?

Elaborar um calendário da gravidez e acompanhar sua evolução é, como vimos, muito mais um exercício de autoconhecimento do que uma ciência exata. Depois que o exame dá positivo, a mulher já começa a testemunhar várias mudanças em seu corpo. Afinal, gestar uma nova vida exige um esforço extra de toda a estrutura física da gestante.

Além disso, um batalhão de hormônios entra em ação para ajudar o organismo a cumprir essa tarefa tão especial. Portanto, esteja preparada para perceber transformações, literalmente, dos pés à cabeça.

Nessas horas, o calendário da gravidez é um aliado, pois auxilia a mãe a compreender o que vem pela frente e, assim, ela evita surpresas. Confira os principais sintomas de cada mês:

Primeiro mês

Nessa fase, os sintomas não são muito presentes e a gravidez ainda é, para muitas, uma incerteza. Entretanto, algumas mulheres sentem cólica, náusea, fadiga, apresentam alterações de humor e podem ter leves sangramentos.

Segundo mês

Nesse ponto, é comum ter enjoos matinais, fadiga, tontura, constipação, queimação e indigestão.

Terceiro mês

Caminhando para o segundo trimestre, a grávida começa a notar o ganho de peso, o aumento da necessidade de urinar e corrimentos vaginais.

Quarto mês

Conhecido como a “lua de mel da gravidez”, esse período manifesta poucos sintomas incômodos e a mulher sente que tem mais energia e disposição. Uma questão é a coceira constante na pele da barriga e dos seios, que estão crescendo. De qualquer forma, é bom aproveitar o momento e se dedicar a tarefas como montar o enxoval.

Quinto mês

Ainda considerada uma fase agradável, a mulher continua experimentando coceiras e pode também observar pés e mãos mais inchados, além de estrias, aumento do apetite e dor na região lombar.

Sexto mês

No final do segundo trimestre, a gestante pode apresentar queimação, indigestão, inchaço, insônia, veias varicosas e câimbras nas pernas.

Sétimo mês

Começando o último trimestre, a barriga fica maior e o nível de energia baixa. São corriqueiros sintomas como fadiga, falta de ar, inchaço e contrações de Braxton Hicks.

Oitavo mês

A partir desse estágio, a mulher pode entrar em trabalho de parto a qualquer momento. Usualmente, sente-se um desconforto generalizado, dificuldade para dormir, ondas de calor ou seios vazando leite.

Nono mês

Até o bebê chegar, a grávida pode sentir a eliminação do tampão mucoso, pressão sobre a pélvis e crescimento de uma penugem no rosto.

Agora que você já tem uma ideia melhor de como calcular seu calendário de gravidez, tente fazer o seu para acompanhar mais de perto, estimar seu período de gestação e viver intensamente cada momento!

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