Pré-natal: saiba como é o acompanhamento médico na gravidez

 2.855 Visitas  10 de fevereiro de 2020  Edgar Faria
Pré-natal

Desde a descoberta da gravidez, “pré-natal” se tornam palavras que acompanham as futuras mamães. Porém, apesar desse termo ser bastante conhecido, ele ainda gera diversas dúvidas. 

Portanto, a primeira coisa a entender é que “pré-natal” se refere ao conjunto de consultas com o ginecologista/obstetra e exames que são feitos durante toda a gestação. Nele, a saúde das grávidas é acompanhada de perto para que tudo se desenvolva bem e com segurança até o momento do parto.

Mais do que isso, as visitas ao médico também representam a oportunidade de solucionar diversas dúvidas a respeito da gestação. Então, o ideal é escolher um especialista de confiança para acompanhar os futuros pais nessa fase que é cheia de questionamentos e inseguranças. 

As consultas do pré-natal

Uma das dúvidas mais comuns é quantas consultas tem um pré-natal. Segundo o Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento (PHPN), do Ministério da Saúde,  o mínimo deve ser de seis visitas ao médico durante a gestação: uma no primeiro trimestre, duas no segundo e três no terceiro. 

Contudo, muitos médicos orientam que as consultas sejam mensais. No oitavo mês de gravidez, recomenda-se duas visitas ao especialista e no nono mês, elas devem ser semanais. 

Essa quantidade pode ser ainda maior em alguns outros casos, como gravidez de gêmeos e aquelas que possuem algum risco. 

Mesmo após o parto, a nova mãe deve continuar com o acompanhamento com o ginecologista até 45 dias depois do nascimento, o período chamado “puerpério”.

Como são as consultas

O modo como as consultas são conduzidas pelos médicos podem variar de acordo com as condições de saúde das pacientes. No entanto, a maioria segue um “roteiro” básico. 

No começo, há apenas uma conversa sobre os sintomas que a grávida tem e sua rotina em geral. Em seguida, é medida a pressão arterial da mãe e verificado seu peso. Logo, é feita a aferição da altura do útero e circunferência abdominal, além e escutar os batimentos cardíacos do feto. 

Por fim, o ginecologista prescreve os exames necessários e, caso seja preciso, alguns medicamentos. 

Exames mais pedidos no pré-natal

São diversos os exames pedidos pelo obstetra durante o pré-natal. Veja quais são os mais comuns:

Exame de sangue

O exame de sangue costuma ser pedido uma vez a cada trimestre. É nele que pode ser diagnosticada várias doenças infecciosas. Além disso, é um método eficaz para entender o funcionamento geral do organismo, como níveis de colesterol e glicose, produção de hormônios e identificar o tipo sanguíneo.

Ultrassonografia

Esse exame é muito esperado pelas mamães e papais. Com ele, é possível “ver” o bebê, ouvir seus batimentos cardíacos e até descobrir o sexo. O mais comum é que sejam feitas cinco ultrassonografias durante a gravidez. 

Entretanto, cada uma delas possui um objetivo. As primeiras visam analisar se o embrião foi corretamente implantado no útero. As realizadas no segundo trimestre conseguem identificar algumas doenças cromossômicas no bebê. Já as do final da gestação pretendem ver o estado da placenta e a posição do bebê para o parto.

Urina e fezes

O teste de urina tem como função analisar a presença de proteínas no líquido e se há risco da mulher desenvolver pré-eclâmpsia ou diabetes. 

Enquanto isso, o exame de fezes identifica possíveis parasitas no intestino.  

Triagem de diabetes gestacional

Também conhecida como curva de tolerância glicêmica, esse exame visa identificar se a mulher desenvolveu diabetes gestacional. 

Para fazê-lo, a paciente bebe um copo de glicose e é submetida a algumas coletas de sangue. O teste costuma ser feito no segundo trimestre. 

Quando começar

Por fim, é importante lembrar que, logo após a descoberta da gravidez, deve-se iniciar o pré-natal. 

No entanto, o mais adequado é manter o acompanhamento com o ginecologista antes mesmo de engravidar, Desse modo, a mulher já é orientada a mudar alguns estilos de vida e, com isso, ter uma gravidez mais saudável. 

No entanto, o principal é encontrar um bom ginecologista/obstetra que transmita segurança, algo fundamental para todas as futuras mamães. 





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