Seu filho sofreu com picada de inseto? Saiba o que fazer!

 2.245 Visitas  31 de outubro de 2018  Rock Content
Bebê usando body

É praticamente impossível encontrar uma criança que nunca tenha sofrido com uma picada de inseto. A lista de animais que deixam marcas em nossos pequenos é extensa e inclui pernilongos, mosquitos, pulgas, carrapatos, abelhas, marimbondos, formigas e vários outros bichinhos.

Para muitos, o incômodo é apenas passageiro e sem gravidade. No entanto, aqueles que são mais sensíveis podem apresentar sintomas que vão muito além da coceira e da bolinha no local da picada. Em caso de alergia, as reações intensas de falta de ar, vômitos e inchaço nas mucosas podem colocar a saúde da criança em risco.

Portanto, é preciso tratar toda picada de inseto com atenção. Continue conosco para saber mais sobre esse assunto!

Por que redobrar os cuidados durante o verão?

Nos meses mais quentes do ano, há um aumento considerável na quantidade de insetos circulando, já que as altas temperaturas aumentam a taxa de reprodução desses animais. Além disso, as chuvas criam focos de água que funcionam como berçários para as fêmeas depositarem seus ovos.

Temos um ambiente propício para a proliferação e outro fator complicador: crianças com roupas mais frescas e corpos mais expostos. Os antebraços e pernas são as regiões mais atacadas pelos mosquitos. Já as pulgas preferem a linha da fralda ou a pele sob o elástico da cueca ou calcinha.

Como reconhecer uma picada de mosquito?

A apresentação clássica desse tipo de lesão consiste em uma bolinha elevada e de cor bem vermelha nas primeiras horas após a picada, mas que fica mais clara com o passar do tempo. Pode haver ainda coceira ou dor, mas elas tendem a desaparecer em pouco tempo.

Em alguns casos, a picada desencadeia uma reação do sistema imune que leva ao aparecimento de lesões espalhadas por outras partes do corpo. Essas novas lesões também são vermelhas e coçam, dando a impressão de que o pequeno foi todo atacado. Esse quadro é conhecido como estrófulo e atinge crianças de 2 a 10 anos.

Como lidar com a picada de inseto?

Se o seu filho foi picado por um mosquito, pulga ou formiga e apresenta apenas uma reação local, você pode utilizar compressas frias para aliviar a coceira e o inchaço. Caso os sintomas sejam disseminados para outras partes do corpo, é preciso conversar com o pediatra sobre o possível uso de pomadas ou mesmo remédios via oral para tratar o desconforto.

Mas se o seu filho tiver sido atacado por insetos como abelhas ou marimbondos, os cuidados precisam ser redobrados. A retirada do ferrão não deve ser feita espremendo a pele, uma vez que ele pode penetrar ainda mais. Nessa hora, usar um cartão de banco para raspar a superfície traz melhores resultados. Se não for possível expulsar o ferrão dessa maneira, o mais indicado é procurar assistência médica.

Seja qual for o tipo de picada, as bolhas que se formam não devem ser estouradas. É importante manter as unhas da criança bem curtas para evitar infecções e para que ela não se machuque coçando as lesões. Na maioria das vezes, os problemas desaparecem espontaneamente em pouco tempo.

Como evitar que o seu filho seja picado?

A prevenção é a melhor maneira de evitar acidentes com picadas de insetos. As medidas de proteção incluem:

O uso de repelentes também é recomendado, principalmente nos passeios ao ar livre. No entanto, bebês com menos de 6 meses não devem usar o produto. Mesmo as crianças mais velhas podem apresentar alergia. Óleos naturais como o de capim-limão são uma alternativa eficaz de proteção, mas devem ser reaplicados com frequência.

Agora você já sabe como reconhecer uma picada de inseto e o que fazer para tratar ou proteger seu filho desse incômodo.

Aproveite que você já está aqui conosco e não perca a oportunidade de saber mais sobre o uso de repelentes em bebês!

 





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