Tempo seco: descubra os principais cuidados com as crianças

 1.523 Visitas  1 de outubro de 2018  Rock Content
Bebê bebendo liquido

Tosse, espirros, coriza, ardência e ressecamento nas mucosas dos olhos e garganta: quem tem criança em casa, sabe que esses sintomas são sempre um sinal de alerta. Em épocas de tempo seco, o desconforto dos pequenos costuma ser ainda maior.

A baixa umidade do ar é um problema que afeta a todos, mas bebês e crianças sofrem ainda mais com os efeitos do clima, em função das vias respiratórias ainda imaturas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal é que a umidade do ar esteja acima de 60%. Abaixo de 21%, a OMS considera estado de alerta.

Você sabe distinguir quais situações exigem uma ida ao pediatra ou serviço de emergência e quais podem ser tratadas em casa, com a adoção de alguns cuidados? Continue lendo este artigo para entender os riscos da baixa umidade do ar e como proporcionar mais conforto ao seu filho nessas situações.

Como aliviar o desconforto causado pelo tempo seco

Antes de acionar o médico ou ir ao hospital, observe o estado geral de seu filho e verifique sua temperatura. Afinal, a ida à emergência nem sempre é a atitude mais indicada, já que elas costumam ser ambientes propícios para a criança ter contato com outros vírus e bactérias.

Se não houver febre nem prostração, o desconforto talvez seja decorrente do tempo seco. Nesse caso, alguns cuidados aliviam os sintomas e até evitam uma eventual complicação, que infelizmente pode ocorrer quando a criança tem alergia respiratória. Veja quais as principais orientações:

Água e outros líquidos

Se ela ainda é amamentada, ofereça o peito em livre demanda. Evite leite e fórmulas nessa fase, pois em alguns casos a proteína do leite ou a lactose agravam os sintomas em crianças com maior sensibilidade. Além de água, ofereça chás, água de coco e sucos.

Limpeza do nariz

Lave o nariz da criança com soro fisiológico, de 3 a 4 vezes ao dia. Isso ajuda a umedecer as mucosas e contribui para a limpeza das vias respiratórias. O uso de inaladores, apenas com soro, também é indicado.

Uso de umidificadores

Eles são recomendados no ambiente em que a criança dorme. Mas cuidado, o uso excessivo de umidificadores predispõe o ambiente a fungos. Siga as recomendações do fabricante do aparelho. Caso não tenha um, coloque um recipiente com água no quarto durante a noite ou toalhas úmidas.

Hidratação da pele

A pele também sofre com o tempo seco. Após o banho, utilize hidratantes adequados para a pele infantil. Também evite banhos com água muito quente, que pode ressecar ainda mais a pele.

Controle de poeira e alérgenos

Controle a poeira e os alérgenos no ambiente, mantendo a casa arejada, limpando com pano úmido e evitando o uso excessivo de ar-condicionado, que causa maior ressecamento do ar.

Saiba quando recorrer ao médico

Se você adotou todos esses cuidados e a criança continua com os sintomas, fique atenta. Talvez seu filho tenha alguma alergia respiratória (rinite ou asma) que foi agravada pelo tempo seco. Crianças alérgicas têm maior tendência à formação de secreções, o que algumas vezes leva à piora de seu estado.

Sinusites, otites, laringites e, até mesmo, pneumonia podem ser desencadeadas pelo tempo seco em crianças predispostas. Em caso de febre, falta de ar ou prostração, o ideal é procurar um profissional de saúde para descartar ou tratar problemas mais sérios.

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